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the Degree Confluence Project
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Brazil : São Paulo

4.1 km (2.5 miles) NNW of Lucianos, São Paulo, Brazil
Approx. altitude: 727 m (2385 ft)
([?] maps: Google MapQuest OpenStreeMap ConfluenceNavigator)
Antipode: 24°N 132°E

Accuracy: 5 m (16 ft)
Quality: good

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#2: Visão oeste - west view #3: Visão norte - north view #4: Visão leste - east view #5: Visão sul - south view #6: GPS #7: Confluência 230 metros adiante - confluence 230 meters ahead #8: Estrada que dá acesso à confluência - road that access the confluence

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  24°S 48°W (visit #4)  

#1: Visão geral - general view

(visited by José Eduardo Guimarães Medeiros)

English

21-Sep-2020 -- Esta narrativa é uma continuação da visita à confluência 22S 51W.

Após passarmos a noite em Ourinhos, acordamos e seguimos viagem, desta vez com destino a Campos do Jordão, conhecido destino turístico de São Paulo e nosso terceiro destino turístico desta viagem, após passarmos por Caldas Novas e Bonito.

Seguimos pela rodovia Raposo Tavares até próximo à cidade de Itapetininga, quando iniciamos o desvio em direção à cidade de São Miguel Arcanjo, destinado à visita à confluência 24S 48W. Choveu bastante durante esse trecho da viagem.

Após passarmos por São Miguel Arcanjo, pegamos a rodovia Neguinho Fogaça, uma bela rodovia que desce a Serra do Mar por um trecho preservado de Mata Atlântica até a cidade de Registro, já na rodovia Régis Bittencourt, que liga São Paulo a Curitiba. Nós pegamos, porém, apenas os primeiros quilômetros dessa rodovia, até virarmos à esquerda e iniciarmos o trecho de estrada de terra, de 2,8 quilômetros.

A estrada de terra estava em excelentes condições e paramos o carro a apenas 230 metros do ponto exato. Desci do carro, atravessei uma cerca de arame farpado e venci os metros finais, até zerar o GPS na borda de uma mata.

Merece destaque nessa visita o fato de estar muito frio. Já percebemos uma significativa queda na temperatura na noite que passamos em Ourinhos, e o tempo permaneceu frio e chuvoso ao longo de toda a manhã. No momento da caminhada até a confluência o termômetro marcava 12,5°C.

Com as duas últimas visitas, eu completo 16 confluências visitadas no estado de São Paulo. O estado de São Paulo continua firme na segunda posição em termos de número total de confluências visitadas, atrás apenas de Minas Gerais, no qual eu já conto com 41 visitas. O terceiro lugar fica com os estados da Bahia, do Ceará, do Pará e do Tocantins, com 10 confluências visitadas em cada um.

Fizemos o caminho de volta até São Miguel Arcanjo, pegamos outra estrada e seguimos até pararmos para o almoço, próximo à cidade de Sorocaba.

Após o almoço, seguimos viagem, pegamos um engarrafamento ao passarmos dentro da cidade de São Paulo e, a partir daí, pegamos a Rodovia Ayrton Senna até próximo a Taubaté. Nesse trecho, o carro marcou 4000 quilômetros rodados desde o início de nossa viagem, em Montes Claros.

A Rodovia Ayrton Senna percorre os primeiros 180 quilômetros do trecho entre São Paulo e o Rio de Janeiro de forma paralela à Rodovia Dutra, até a cidade de Taubaté. Em todas as vezes anteriores que eu fiz esse percurso, como na visita à confluência 23S 46W, em julho de 2018, eu preferi usar a Rodovia Dutra. Até onde eu me lembro, esta é a primeira vez que eu pego a Rodovia Ayrton Senna.

O trecho final até Campos do Jordão é de subida de serra, onde a temperatura continuou a cair e enfrentamos uma forte neblina. Chegamos à cidade quando estava anoitecendo. O termômetro marcava 10°C, o que era uma boa notícia, já que a cidade é uma estância climática que tem seus atrativos turísticos associados ao inverno e às baixas temperaturas. Percorremos nesse dia cerca de 630 quilômetros.

Passamos o dia seguinte visitando os pontos turísticos da cidade. Essa é a segunda vez que eu visito Campos do Jordão. Minha visita anterior foi em julho de 2018, quando passei uma noite na cidade no intervalo entre as visitas às confluências 23S 46W e 23S 45W. Para minha esposa, porém, era a primeira visita à cidade.

Após passarmos a segunda noite em Campos do Jordão, retomamos nossa viagem no dia 23 de setembro, quando viajamos para Poços de Caldas, voltando ao estado de Minas Gerais, após passarmos por outros três estados ao longo dessa nossa viagem: Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Percorremos nesse dia apenas 210 quilômetros. O objetivo de nossa passagem por Poços de Caldas foi rever a cidade na qual nós moramos por um ano e meio, e da qual nos despedimos há oito anos e meio. Passamos uma noite na cidade. Desde que eu deixei de morar em Poços de Caldas, já tinha voltado lá uma vez, em janeiro de 2015, conforme citei na narrativa da confluência 20S 55W. Para minha esposa, porém, era o primeiro retorno à cidade.

Finalmente, para concluirmos nossa viagem, faltavam apenas os 870 quilômetros de Poços de Caldas até Montes Claros. Embora fosse possível percorrer essa distância em apenas um dia, nós seguimos a tradição dessa viagem de não exagerar na quilometragem diária, e decidimos percorrer essa distância em dois dias, passando uma noite em Belo Horizonte. Chegamos, enfim, ao nosso destino final no dia 25 de setembro, após 14 dias de viagem. Viajamos por um total de 5281 quilômetros. Foi nossa segunda maior viagem de carro até agora. A maior de todas continua sendo a que realizamos em janeiro de 2013, do Ceará a Minas Gerais e de volta ao Ceará, quando percorremos 7081 quilômetros. A narrativa dessa viagem começa na visita à confluência 6S 38W.

Em termos de número de confluências visitadas, porém, essa viagem superou todas as demais, com sete registros bem-sucedidos. Até então, as duas viagens com maior número de confluências visitadas eram a que fiz em março de 2009, pelos estados de Minas Gerais e São Paulo (cuja narrativa começa na visita 22S 46W) e a já citada viagem do Ceará a Minas Gerais e de volta ao Ceará. Em cada uma dessas viagens, eu visitei cinco confluências.

English

21-Sep-2020 --

This narrative continues from 22S 51W.

After spending the night at Ourinhos city, São Paulo state, we woke up and resumed our trip, in this time heading to Campos do Jordão city, famous touristic destination of São Paulo state and our third touristic destination of this trip, after Caldas Novas and Bonito.

We headed by Raposo Tavares highway up near Itapetininga city, where we started the detour to São Miguel Arcanjo city, aiming to visit the 24S 48W confluence. It rained a lot during this leg of the trip.

After passing by São Miguel Arcanjo, we caught the Neguinho Fogaça highway, a beautiful highway that descends the Serra do Mar Mountain by a preserved area of Mata Atlântica Forest up to Registro city, where it access Régis Bittencourt highway, the highway that joins São Paulo and Curitiba cities. We caught, however, only the first kilometers of this highway, up to turn left and start the dirt road leg, 2.8 kilometers long.

The road was in excellent condition and we stopped the car only 230 meters to the exact point. I left the car, crossed a barbed wire fence and won the remaining meters, getting all GPS zeroes at the edge of a forest.

It’s remarkable in this visit the fact that it was very cold (at least to Brazilian standards). We already realized a strong fall of the temperature in the previous night, at Ourinhos city, and the weather kept cold the whole morning. During the hike the thermometer marked 12.5°C.

With the two last visits, I completed 16 visited confluences in São Paulo state. This state maintains the second position in terms of total number of visited confluences, after Minas Gerais state, where I made 41 visits. The third place is occupied by Bahia, Ceará, Pará and Tocantins states, where I visited 10 confluences.

We made all the way back to São Miguel Arcanjo, caught other highway and headed up to stop to have lunch near Sorocaba city.

After the lunch, we resumed the trip, faced a traffic jam inside São Paulo city and, from there, we caught Ayrton Senna highway up near Taubaté city. In this highway, the car marked 4000 kilometers since the beginning of our trip, in Montes Claros city.

The Ayrton Senna highway runs the first 180 kilometers of the distance between São Paulo and Rio de Janeiro cities paralleling the Dutra highway, up to Taubaté city. In all other opportunities in which I made this way, as in the visit to the 23S 46W confluence, in July 2018, I preferred to go by Dutra highway. I think that this was the first time that I drove by Ayrton Senna highway.

The final leg up to Campos do Jordão is ascending a mountain, where the temperature fell even more and we faced a dense fog. We arrived in the city at the end of the afternoon. The thermometer was marking 10°C. This was a good news, because the Campos do Jordão is a climatic resort where the main touristic attractions are associated to the winter and the cold weather. We drove in this day by 630 kilometers.

We spent the following day visiting the touristic attractions of the city. This was the second time that I visited Campos do Jordão. My previous visit was in July 2018, when I spent one night in the city between the visits to 23S 46W and 23S 45W confluences. To my wife, however, this was her first visit to the city.

After spending the second night in Campos do Jordão, we resumed our trip at September 23, and we travelled to Poços de Caldas city, coming back to Minas Gerais state, after passing by other three states during our trip: Goiás, Mato Grosso do Sul and São Paulo. We travelled this day only 210 kilometers. The objective of our visit to Poços de Caldas was to review the city where we had lived by one year and half, and whose we left eight year and half ago. We spent one night at the city. Since I had changed from Poços de Caldas, I returned to the city once, in January 2015, as I cited in 20S 55W confluence narrative. To my wife, however, it was her first return to the city since she had changed from it.

Finally, to finish our trip, it remained only 870 kilometers from Poços de Caldas to Montes Claros. Although it was possible to win this distance in only one day, we followed the tradition of this trip and didn’t exaggerate the daily mileage. We decided, then, to win this distance in two days, spending one night at Belo Horizonte city, capital of Minas Gerais state. Finally, we arrived at our final destination at September 25 after travelling by 14 days. We travelled by 5281 kilometers. This was our second longest trip until now. The longest one was a trip from Ceará to Minas Gerais and back to Ceará, in January 2013, when we travelled by 7081 kilometers. The narrative of this trip starts at 6S 38W confluence.

In terms of number of visited confluences, however, the current trip was the biggest one, with seven successful records. Until then, the two trips with the biggest amount of visited confluences was a trip by Minas Gerais and São Paulo states in March 2009 (whose narrative starts at 22S 46W confluence) and the already cited trip from Ceará to Minas Gerais and back to Ceará. In each of these two trips, I visited five confluences.


 All pictures
#1: Visão geral - general view
#2: Visão oeste - west view
#3: Visão norte - north view
#4: Visão leste - east view
#5: Visão sul - south view
#6: GPS
#7: Confluência 230 metros adiante - confluence 230 meters ahead
#8: Estrada que dá acesso à confluência - road that access the confluence
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