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the Degree Confluence Project
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Brazil : Mato Grosso do Sul

13.4 km (8.3 miles) SSE of Guarujá, Mato Grosso do Sul, Brazil
Approx. altitude: 338 m (1108 ft)
([?] maps: Google MapQuest Multimap world confnav)
Antipode: 22°N 126°E

Accuracy: 10 m (32 ft)
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#2: GPS #3: View to north #4: View to east #5: View to south #6: View to west #7: Ipezal village #8: By car until 1100 feet to CP - A 340 m da confluência #9: Scenes from Deodapolis city, near CP #10: Carring manioc to a flour mill - Carregando mandioca p/ fabrica de farinha

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  22°S 54°W  

#1: General view at 4600 feet to CP

(visited by Eduardo Hanazaki and Setsuko Hanazaki)

English

14-Nov-2007 -- Em nossa viagem ao Pantanal, resolvemos sair dois dias antes e ir a duas confluências ainda não visitadas no Mato Grosso do Sul. Saímos cedo de Cosmorama, estado de São Paulo, passando por Votuporanga, Nhandeara, e Presidente Venceslau, no lado paulista. Atravessamos a admirável ponte e o longo e belo aterro sobre a represa de Porto Primavera para Bataguassu, estado de Mato Grosso do Sul, pela BR 267, esburacada em muitos trechos do lado mato-grossense do sul. Junto à divisa dos estados nota-se mais pobreza no lado de MS e a venda de artesanato regional em barraquinhas. Ao longo da rodovia, sucedem-se grandes fazendas de gado. Há longuíssimos trechos onde não se vê ninguém, apenas bois pastando.

Sessenta km antes de Nova Alvorada do Sul, deixamos a BR 267 para entrar na MS 145 em direção a Ipezal. Aqui, a paisagem muda totalmente. No começo da rodovia há o movimento de moradores de uma pequena vila, seguida de pequenas chácaras. Depois, sucedem-se grandes fazendas de gado, canaviais, lavouras de soja e o movimento de máquinas e pessoas preparando a terra, semeando soja ou plantando cana. A qualidade da terra também é diferente, própria para cultura. A topografia, levemente ondulada, favorece o uso de máquinas agrícolas.

De repente, nuvens escuras e fortes ventos trazem bastante chuva forte. Falta mais de uma hora para o pôr-do-sol, mas parece noite. A rodovia tem um grande movimento de caminhões bitrens carregados de cana, indo em direção a uma usina a 22 km de Ipezal, ou voltando vazios. Quando chegamos a 4 km da confluência, a chuva foi diminuindo, o tempo foi clareando, mas achamos mais prudente visitá-lo no dia seguinte apesar de ter um pouco de luz por mais meia-hora.

A pequena cidade de Ipezal não possui hotéis. Tivemos de seguir por mais 26 km, passando pelo povoado de Presidente Castelo, até a cidade de Deodápolis onde nos hospedamos em um confortável hotel recém inaugurado.

O dia seguinte amanheceu ensolarado, com pouca nebulosidade. Voltamos 32 km pela MS 145, passando por Ipezal. Tanto em Ipezal como em Deodápolis, é freqüente o uso de charretes pela população local, para fazer compras na cidade ou carregar para o laticínio, o leite produzido nas chácaras.

Enquanto voltávamos, conjecturamos sobre a possibilidade de a confluência se situar dentro de um canavial denso e desenvolvido. Nesse caso seria impraticável chegar ao ponto.

Faltando 4 km para o CP, tomamos uma estrada de terra, à direita, que segue entre pastagens e plantações de mandioca. As fazendas são grandes e não havia qualquer pessoa nas imediações.

A estrada estava bem conservada e, sem dificuldades, chegamos a 340 m do ponto. Descemos do jipe ao lado de um barranco pelo qual subimos para um grande pasto, sem cerca no lado da estrada, com o capim baixo e sem gado. Foi fácil caminhar em direção à confluência 22S – 54W, atravessando as curvas de nível, e molhando os pés e a barra da calça no capim encharcado pela chuva do dia anterior. Fotografamos a nossa visita e, às 9h, voltamos para Deodápolis. Dali, rumamos para visitar a confluência 28 S – 56 W, próximo a Amambaí.

English

14-Nov-2007 -- In our trip to the Pantanal, we decided to leave two days before and to go the two confluences still not visited in the state of Mato Grosso do Sul.

Early, we left Cosmorama, state of São Paulo, passing by Votuporanga, Nhandeara, and President Venceslau, in the São Paulo side. We crossed the admirable bridge and the long and beautiful embankment on the dam of Porto Primavera to Bataguassu, State of Mato Grosso do Sul, by BR 267.

Along the highway, there are great farms of cattle. It has large stretches where nobody is seen, only oxen grazing.

37 miles before Nova Alvorada do Sul, we left BR 267 highway to enter on MS 145 road in direction to Ipezal city. Here, the landscape changes completely. At the beginning of the road there is the movement of residents of a small town, followed by small proprieties and then, by large farms of cattle, sugar cane, soy plantations, and the movement of machines and people preparing the land, sowing seeds or planting cane. The quality of the land is also different, proper for agriculture. The lightly waved topography, favors the use of agricultural machines.

Suddenly, dark clouds and strong winds bring very heavy rain. With less than one hour before sunset, it seems like night. The highway has a great movement of long trucks loaded with sugar cane, going toward a large sugar cane processing plant, 13 miles far from Ipezal, or returning empty. When we arrived at 2 miles to the confluence, the rain was decreasing, the weather was not so dark, but we feel it more prudent visit the CP the next day despite having a little light for another half-hour.

The small town of Ipezal has no hotels. We had to follow by more 16 miles, passing by the town of Presidente Castelo, until the city of Deodápolis where we stayed in a recently opened hotel.

The next day morning was sunny, with little cloudiness. We went back 20 miles by the MS 145 road via Ipezal. Both in Ipezal as in Deodápolis, the road is frequently used by the local population, to make purchases in the city or load them with their products as milk, corn, etc.

While we went back, we talked about the possibility of the confluence being situated within a dense and developed sugar cane plantation. In that case it would be impracticable to arrive at the point. At 2.5 miles to the CP, we took a dirt road, to the right, that follows between pastures and manioc plantations. The farms were great and it did not have any person in the vicinity.

The road was well preserved and, without difficulties, we arrived at 1100 feet from the point. We got down from the jeep to the side of an abrupt decline for which we went up for a large pasture, with the low grass and no cattle. It was easy to walk toward the confluence 22S - 54W, crossing the level curves, and wetting the feet and the bar of the trousers in the wet pasture by the rain of the previous day. We photographed our visit and, at 9 a.m., we arrived back to Deodápolis. From there, we head to visit the confluence 28 S - 56 W, near Amambaí city.


 All pictures
#1: General view at 4600 feet to CP
#2: GPS
#3: View to north
#4: View to east
#5: View to south
#6: View to west
#7: Ipezal village
#8: By car until 1100 feet to CP - A 340 m da confluência
#9: Scenes from Deodapolis city, near CP
#10: Carring manioc to a flour mill - Carregando mandioca p/ fabrica de farinha
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