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the Degree Confluence Project
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Brazil : Rio Grande do Sul

8.9 km (5.5 miles) SSE of Oswaldo Kroeff, Rio Grande do Sul, Brazil
Approx. altitude: 1080 m (3543 ft)
([?] maps: Google MapQuest OpenStreeMap ConfluenceNavigator)
Antipode: 29°N 130°E

Accuracy: 865 m (945 yd)
Quality: good

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#2: Paisagem na região da confluência - landscape at confluence region #3: Paisagem na região da confluência - landscape at confluence region #4: Paisagem na região da confluência - landscape at confluence region #5: São Joaquim, mais quente do que esperávamos - São Joaquim city, warmer than we had expected #6: Estrada da Serra do Rio do Rastro - Rio do Rastro Mountain Road #7: Cânion do Itaimbezinho - Itaimbezinho Canyon

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  29°S 50°W (visit #3) (incomplete) 

#1: Condições da estrada - road conditions

(visited by José Eduardo Guimarães Medeiros)

English

24-Jul-2021 -- Esta narrativa é uma continuação da visita à confluência 26S 50W.

No sexto dia de nossa viagem de férias para o sul do Brasil, nós passamos o dia visitando os pontos turísticos da cidade de Florianópolis. Na parte da manhã, fomos ao Mercado Municipal e à tarde fomos até a praia de Canasvieiras. Estava muito frio para entrar na água, mas ficamos em um restaurante à beira mar. Como no caso da cidade de Curitiba, citada na narrativa anterior, eu, minha esposa e meu filho estivemos na cidade de Florianópolis no ano de 2007, 14 anos antes.

Na quinta-feira, sétimo dia de viagem, saímos de Florianópolis não muito cedo, uma vez que tínhamos poucos quilômetros a percorrer nesse dia. Deixamos a ilha de volta ao continente pela bela Ponte Hercílio Luz. Embora eu já conheça Florianópolis há 27 anos e já tenha ido cerca de uma dezena de vezes para lá, esta é a primeira vez que eu atravesso a ponte Hercílio Luz, já que ela permaneceu interditada para carros de 1982 até 2019, devido a problemas na estrutura e contínuos adiamentos da necessária e complicada reforma. Trata-se de uma travessia bastante interessante, uma vez que a ponte pênsil é toda de metal, inclusive a pista de rolamento dos carros. A Ponte Hercílio Luz, cartão postal da cidade, tem 95 anos e é a maior ponte suspensa do Brasil, com 821 metros e um vão pênsil de 339 metros.

Seguimos viagem por cerca de 220 quilômetros. Quando estávamos a 10 quilômetros do nosso destino, a cidade de São Joaquim, havia uma interdição na estrada que nos obrigou a ficar mais de uma hora parados. Por sorte, havia um restaurante exatamente no ponto da interdição, onde aproveitamos para almoçar e apreciar a bela paisagem da serra e das araucárias.

São Joaquim é considerada uma das mais frias cidades do Brasil, onde não é incomum cair neve durante o inverno. Esse é o motivo pelo qual optamos por passar uma noite lá. Porém, infelizmente, havia esquentado bastante e, para nossa surpresa, quando chegamos lá a temperatura estava em 20°C, mais quente até do que em Florianópolis.

A pousada em que nos hospedamos, por outro lado, não tinha um isolamento térmico tão bom quanto nos locais em que nos hospedamos nos dias anteriores, e, no cair da noite, com a queda da temperatura na cidade, sentimos bastante frio dentro do quarto, apenas amenizado graças aos cobertores.

Na sexta-feira, oitavo dia de viagem, descemos a Serra do Rio do Rastro, uma estrada extremamente sinuosa pendurada em um precipício. Passamos pela cidade de Criciúma e pegamos a BR-101. Atravessamos a divisa interestadual, entrando no Rio Grande do Sul, e paramos para tomar um lanche, em substituição ao almoço.

Após o lanche, seguimos viagem e pegamos outra estrada, desta vez montanha acima, até a pequena cidade de Cambará do Sul, onde passaríamos a noite. Antes, porém, de irmos para a pousada, pegamos uma estrada de terra de 18 quilômetros até o Parque Nacional Aparados da Serra, onde apreciamos as belas paisagens do Cânion do Itaimbezinho.

De volta à cidade, fomos para a pousada e passamos a noite. Viajamos neste dia por cerca de 380 quilômetros.

No sábado, nono dia da viagem, eu acordei cedo e fui direto para uma tentativa de visita à confluência 29S 50W. Saí por volta das 7 horas sozinho, deixando minha esposa e meu filho dormindo um pouco mais na pousada. Segui por alguns poucos quilômetros em asfalto e, a seguir, virei à direita e iniciei o trecho em estrada de terra, de 13 quilômetros.

Embora já estivesse claro, o sol ainda não tinha aparecido, e à medida em que eu avançava pela estrada de terra, a temperatura ia baixando cada vez mais, até alcançar o mínimo de -0,5°C. Tive a oportunidade de tirar belas fotos da paisagem, com o sol nascendo e a neblina.

Com relação à estrada, ela estava em condições ruins, com muitas pedras, e foi piorando cada vez mais. Quando eu estava a 860 metros em linha reta da confluência, o excesso de pedras fez com que ficasse bastante complicado prosseguir. Apesar da curta distância em linha reta, havia um trecho de mata fechada entre o ponto em que eu estava e a confluência e, para evitá-lo, eu teria que contorná-lo, o que significaria fazer uma caminhada de cerca de 3.900 metros, contando somente o trecho de ida. Eu já tinha gasto bastante tempo na estrada, devido ao ritmo lento, e, embora fosse possível caminhar o trecho restante, isso iria consumir muito tempo e atrasaria nossa viagem. Por isso, optei por não continuar, e fiz todo o caminho de volta até a pousada.

Reencontrei minha esposa e meu filho, tomei café e seguimos viagem por volta das 9h30min, em direção a Porto Alegre. Foram mais cerca de 230 quilômetros. Nesse trecho, o carro registrou 3.000 quilômetros rodados desde nossa saída de Montes Claros. Passamos o restante do dia passeando pela cidade, com destaque para uma volta na orla do rio Guaíba, onde há uma área de lazer com muitos bares e restaurantes.

Anteriormente, estivemos em Porto Alegre em janeiro de 2017, há quatro anos e meio, conforme citei nas narrativas das confluências 30S 51W e 35S 59W. Porém, naquela oportunidade, utilizamos a cidade apenas para pernoitar e não tivemos oportunidade de conhecê-la um pouco mais, como fizemos agora.

Esta narrativa continua na visita à confluência 29S 51W.

English

24-Jul-2021 -- This narrative continues from 26S 50W.

At the sixth day of our vacations trip by the south of Brazil, we spent the day visiting the touristic destinations of Florianópolis city, capital of Santa Catarina state. At the morning, we went to Municipal Market, and at afternoon we went to Canasvieiras Beach. It was too cold to swim, but we stayed in a restaurant at the beach. As in the case of Curitiba city, cited in the previous narrative my wife, my son and I had visited Florianópolis at year 2007, 14 years before.

At Thursday, seventh day of our trip, we left Florianópolis not so early, because we would travel few kilometers in this day. We left the island, where lies the city, and crossed to the continent by beautiful Hercílio Luz Bridge. Although I know Florianópolis since 27 years ago and had been travelled to there about ten times, this was the first time that I crossed Hercílio Luz Bridge, because it had been blocked to cars from 1982 to 2019, due to structural problems and successive postponements of the necessary and complicated reformation. That’s a very interesting crossing, because the suspension bridge is totally metallic, including the car lane. The Hercílio Luz Bridge, main symbol of the city, is 95 years old and is the longest suspension bridge of Brazil, with 821 meters long and an interspace between the towers measuring 339 meters.

We travelled by about 220 kilometers. When we were 10 kilometers to our destination, São Joaquim city, the road was blocked and we must wait more than one hour. Luckily, there was a restaurant exactly at the blocked place, where we enjoyed to have lunch and to appreciate the beautiful landscape of mountains and Araucarias.

São Joaquim is considered one of the coldest cities of Brazil, where it’s common to snow during the winter. This is the reason we decided to spend a night there. However, unfortunately, the weather turned much warmer and, to our surprise, when we arrived there, the temperature was 20°C, warmer even than Florianópolis.

The inn where we stayed, on the other hand, hadn’t a thermal isolation as good as the places where we had stayed in the previous days and, at night, with the fall of the temperature, we felt a lot of cold at the room, softened only by the blankets.

At Friday, eighth day of our trip, we descended the Rio do Rastro Mountain, an extremely sinuous highway by a precipice. We passed by Criciúma city and caught BR-101 highway. We crossed the interstate line, entering in Rio Grande do Sul state, and we stopped to take a snack, replacing the lunch.

After the snack, we resumed the trip and caught other highway, in this time up in a mountain, up to Cambará do Sul small city where we would spend the night. Before of going to the inn, however, we caught a dirt road, 18 kilometers long, up to Aparados da Serra National Park, where we appreciate the beautiful landscapes of Itaimbezinho Canyon.

Back to the city, we went to the inn and spent the night. We travelled in this day about 380 kilometers.

At Saturday, ninth day of our trip, I woke up early in the morning and went straight to an attempt to 29S 50W confluence. I started to travel about 7:00 alone, leaving my wife and my son sleeping a bit more at the inn. I headed by some kilometers on asphalt road and, then, I turned right and started the dirt road leg, 13 kilometers long.

Although it was already clear, the sun still hadn’t come out, and the more I advanced by the dirt road, the more the temperature was decreasing, up to a minimum of -0.5°C. I had the opportunity to take beautiful photos of the landscape, with the sunrise and the fog.

The road was in bad condition, with a lot of stones, and turned worse and worse. When I was 860 meters beeline to the confluence, the way turned very complicated due to the excess of stones. Despite the short beeline distance, there was a dense forest between the place where I was and the confluence and, in order to avoid it, it would be necessary a detour of 3,900 meters hike when going and plus 3,900 meters when coming back. I had already spent a lot of time driving on dirt road, due to the slow pace, and although it would be possible to hike the remaining distance, it would consume much time and would delay our trip. Then, I opted to give up of this confluence and made all the way back to the inn.

I met my wife and my son, I took the breakfast and we resumed our trip about 9:30, heading to Porto Alegre, capital of Rio Grande do Sul state. We travelled more 230 kilometers. In this way, the car registered 3,000 kilometers since the start of our trip, in Montes Claros. We spent the rest of the day walking in the city, especially at the edge of Guaíba River, where there is a leisure area with many bars and restaurants.

I had travelled to Porto Alegre in January 2017, four and half years before, as I cited in 30S 51W and 35S 59W confluence narratives. However, in that occasion, we used the city only to spend the night and didn’t have the opportunity to know it, as we made now.

This narrative continues on 29S 51W.


 All pictures
#1: Condições da estrada - road conditions
#2: Paisagem na região da confluência - landscape at confluence region
#3: Paisagem na região da confluência - landscape at confluence region
#4: Paisagem na região da confluência - landscape at confluence region
#5: São Joaquim, mais quente do que esperávamos - São Joaquim city, warmer than we had expected
#6: Estrada da Serra do Rio do Rastro - Rio do Rastro Mountain Road
#7: Cânion do Itaimbezinho - Itaimbezinho Canyon
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