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the Degree Confluence Project
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Brazil : Goiás

32.3 km (20.1 miles) SSW of Rio Verde, Goiás, Brazil
Approx. altitude: 701 m (2299 ft)
([?] maps: Google MapQuest Multimap world confnav)
Antipode: 18°N 129°E

Accuracy: 9 m (29 ft)
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#2: vista norte da confluência/from confluence facing north #3: vista leste da confluência/from confluence facing east #4: vista sul da confluência/from confluence facing south #5: vista oeste da confluência/from confluence facing west #6: Danielle e Marco - caçadores da confluência/confluence hunters #7: gps com coordenadas em relação ao datum wgs84/gps showing wgs84 position #8: trajetória de Rio Verde à confluência/tracklog from Rio Verde to the confluence

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  18°S 51°W  

#1: área da confluência/confluence area

(visited by Marco Aurélio Lima Fernandes and Danielle Castro Leite)

English

05-Set-2003 -- Sexta-feira.

A caçada a essa confluência surgiu em conseqüência do meu desejo de conquistar uma outra confluência próxima (18S52W), que fica no município de Jataí, minha cidade natal.

Danielle e eu havíamos adquirido nossos GPSs e combinado que na próxima vez em que fôssemos visitar meus pais, tentaríamos encontrá-la. Como atualmente moramos em Brasília, teríamos que obrigatoriamente passar pela cidade de Rio Verde e a confluência 18S51W parecia estar a menos de 30Km do nosso caminho. Isso despertou nossa atenção e passamos a planejar uma caçada dupla.

Assim, quando finalmente surgiu a oportunidade para a viagem, partimos para a coleta do material necessário. Eu já tinha um CD-ROM com imagens de satélite, produzido pela EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), cuja resolução vai até o equivalente à escala 1:25.000 e cobre todo o estado de Goiás. Cerca de um mês antes, já havíamos agrupado as imagens da região, superposto uma grade com os paralelos e meridianos e tínhamos uma boa idéia da vegetação e das vias até a confluência.

No IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Danielle conseguiu obter algumas folhas topográficas em escala 1:250.000 e 1:100.000. Entretanto, como é comum no Brasil, as cartas eram bastante desatualizadas e algumas tinham quase 30 anos de publicação.

Analisamos as cartas e as imagens de satélite e traçamos duas rotas alternativas até o ponto da confluência. Aparentemente, um dos trajetos coincidia com a rodovia GO174, que liga Rio Verde a Aparecida do Rio Doce. Mas, como os mapas eram anteriores à sua pavimentação, não havia como termos certeza. O que nos preocupava era o risco dos roteiros desviarem por estradas de fazenda muito antes de nos aproximarmos da confluência, pois é costume na região os fazendeiros usarem cadeados nas porteiras, impedindo a passagem de carros.

De todo modo, resolvemos arriscar e depois de passarmos uma noite em Goiânia, saímos por volta de 9:00h de sexta-feira (05/09/03) em direção a Rio Verde, num percurso de aproximadamente 210Km através da rodovia BR060. A partir de Rio Verde, tomamos a GO174 e após ficarmos em dúvida sobre qual caminho tomar em duas ocasiões, finalmente concluímos que a rodovia nos levaria direto ao ponto.

Dito e feito: quando cruzamos o último waypoint de referência que havíamos assinalado em nossos GPSs, estávamos a algumas centenas de metros da confluência e ainda no asfalto.

Procuramos, então, um local seguro para estacionarmos o carro e seguimos a pé, orientados pelo GPS. Cruzamos uma cerca e em apenas 200 metros atingimos o local da confluência, que era um pasto com capim baixo, de onde era possível ver a sede da fazenda. Ao lado da casa, uma fileira de eucaliptos seguia margeando uma estradinha que levava até a rodovia.

Tiramos as fotos necessárias da região e só então descobrimos o grande desafio em uma conquista de confluência: tirar uma foto do GPS sem reflexo. Por sorte tínhamos levado uma máquina digital e com isso podíamos conferir a qualidade das fotos.

Registrada a conquista, seguimos para Jataí, nosso destino final, onde a próxima confluência e algumas surpresas nos esperavam.

English

05-Sep-2003 -- Friday.

The hunting of this confluence arose as a consequence of my desire to conquer another confluence (18S52W) near my hometown, which is in the county area of Jataí.

Danielle and I had bought our GPSs and arranged that on the next time we were to visit my parents, we would try to find that confluence. As we live currently in Brasília, we would have to travel across the city of Rio Verde; and the 18S51W confluence seemed to be 30Km or less off of our way. That stimulated us to start a two-confluence hunting plan.

Thus, when finally the chance for the trip appeared, we initiated the collection of the necessary material. I already had a CD-ROM with satellite images, produced by the EMBRAPA (Brazilian Company of Farming Research), whose resolution goes down to a scale 1:25.000 and covers the whole state of Goiás. About one month before, we had already grouped the images of the region, put a parallels and meridians grid on them and had a good idea of the vegetation and the paths to the confluence.

At the IBGE (Brazilian Institute of Geography and Statistics), Danielle got some 1:250.000 and 1:100.000 topographical sheets. However, as it is common in Brazil, the charts were very outdated, some of them had been published almost 30 years ago.

We analyzed the charts and the satellite images and traced two alternative routes to the confluence point. Apparently, one of the itineraries coincided with a state road named GO174, that binds Rio Verde and Aparecida do Rio Doce. However, as the road paving occurred after maps publishing, there wasn't a way to be sure. What concerned us was the chance our routes deviate to farm dirt roads far before approaching the confluence, because local farmers frequently latch the wooden gates with padlocks, blocking cars crossing.

Anyway, we decided to take the risk and after spending a night in Goiânia, the capital of the Goiás State, we left to Rio Verde at about 9am Friday (09-05-03), in a journey of approximately 210Km through the BR060 highway. From Rio Verde, we took the GO174 and after being in doubt on which way to take in two occasions, finally we concluded that the state road would carry us directly to the point.

As expected, when we passed by the last intermediary waypoint we had stored in our GPSs, we were about few hundreds meters of the confluence and still in a paved way.

Then, we looked out for a safe place to park the car and went on foot, guided by the GPS. We crossed a wire fence and in barely 200 meters we reached the place of the confluence, which was a low graze, of where was possible to see a farmhouse. Beside the house, a row of eucalyptus followed bordering a little dirt road that led up to highway.

We took the necessary pictures of the surroundings and then we discovered the great challenge in a confluence conquest: to get pictures of the GPS without sunlight reflexion. Fortunately, we had taken a digital camera in which we could confer the quality of the pictures.

Once recorded the conquest, we went for Jataí, our final destination, where the next confluence and some surprises were waiting for us.


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#1: área da confluência/confluence area
#2: vista norte da confluência/from confluence facing north
#3: vista leste da confluência/from confluence facing east
#4: vista sul da confluência/from confluence facing south
#5: vista oeste da confluência/from confluence facing west
#6: Danielle e Marco - caçadores da confluência/confluence hunters
#7: gps com coordenadas em relação ao datum wgs84/gps showing wgs84 position
#8: trajetória de Rio Verde à confluência/tracklog from Rio Verde to the confluence
ALL: All pictures on one page (broadband access recommended)