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the Degree Confluence Project
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Brazil : Rio Grande do Norte

4.1 km (2.5 miles) NNE of Jucurutu, Rio Grande do Norte, Brazil
Approx. altitude: 53 m (173 ft)
([?] maps: Google MapQuest Multimap world confnav)
Antipode: 6°N 143°E

Click on any of the images for the full-sized picture.

#2: View to East #3: View to North #4: View to South #5: View to West #6: GPS view #7: Aventureiros por Natureza #8: First boat #9: Second boat

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  6°S 37°W (visit #2)  

#1: View of the Confluence

(visited by Andre Mota, Lucelia Maria, Ubiratan Damasceno, Cibele Costa, Juliana Braz, Rommel Nobrega, PENSADOR Harley, Leonardo Medeiros, Andrea Almeida, William Fuad aby faraj junior, Karin Bulik, Paulo Mota, Ubiratan Nazare and Marconi Camara)

English

23-Aug-2008 Em dezembro de 2007, o grupo de aventura “Aventureiros por Natureza – RN” (ApN) deu início a um projeto de (re)conquistar todas as confluências do estado do Rio Grande do Norte, conquistando a confluência 6ºS 36ºW, em Malhada do Rio. Dando continuidade ao projeto, 14 integrantes do grupo ApN partiram de Natal na manhã de sábado com destino à cidade de Jucurutu, a 264 quilômetros de Natal, em busca da confluência 6ºS 37ºW, localizada no meio do maior açude do Rio Grande do Norte, o Açude Armando Ribeiro.

Era esperado que encontrássemos dificuldades para chegar nesta confluência, contudo, não sabíamos que seriam tantas. Já na ida, um dos carros teve problemas mecânicos e teve que parar em uma oficina para fazer os reparos. Logo depois um carro em sentido contrário perdeu uma roda que veio nossa direção e tivemos que desviar da mesma.

Passado susto, seguimos viagem, chegando a Jucurutu próximo do meio dia e, partimos para a caçada da confluência, guiados pelo GPS e por meio de informações de moradores locais. Cruzamos o açude pela ponte para o lado de Triunfo Potiguar e seguimos numa estrada de barro, beirando o açude até chegamos a uma fazenda próxima à sua margem onde deixamos os carros e seguimos a pé à procura de algum morador local que pudesse nos conseguir alguma embarcação. Caminhamos por poucos minutos até chegar a um ponto limite, foi quando avistamos uma casinha numa ilha formada no meio do açude. A ilha era toda enlamaçada e repleta de plantações, e era o próximo objetivo a ser alcançado pois o GPS indicava que a confluência estava a 1,7 km, na direção da ilha. Logo um voluntário (Wiliam) se ofereceu para atravessar o açude a nado até a ilha em busca de um barqueiro. Algum tempo depois, ele retorna com uma canoa e, então, sete de nós seguiu até para ilha. O barqueiro retornou para pegar os outros ApNs, enquanto que o primeiro grupo aprendia a remar e manobrar um outro barco vazio. O barqueiro trouxe o outro grupo, contudo, ele precisava trabalhar e não poderia acompanhar o segundo grupo, que ficara até então sem barco e "presos" na ilha no meio do açude. Decidimos que o grupo que já havia conseguido um barco partisse para a confluência, enquanto os outros tentavam conseguir outro barco. Sem muito controle do barco, o primeiro grupo seguiu remando em "ziguezague" e "rodando" o barco até que depois de muito custo, contornamos a ilha e seguimos ao exato ponto da confluência. Ao tirar a câmera para fazer o registro do GPS, um dos ApNs notou que havia um rombo no casco do barco e estava entrando muita água. Logo, todos foram tomados pelo pânico: o barco estava afundando! Deixamos o registro da confluência de lado e fomos tentar nos salvar! Enquanto uns tentavam conter os furos no casco com as mãos, outros retiravam a água com baldes e o remador aumentava o ritmo da braçada. Sorte nossa que a confluência fica a apenas 170 metros da outra margem do açude e pudemos chegar antes do barco afundar.

Enquanto o barco era reparado, três outros ApNs do segundo grupo surgiu em outro barco. Eles haviam resolvido explorar a ilha, caminhando em alguns momentos com lama até os joelhos, na esperança de encontrar alguma embarcação disponível e, felizmente, conseguiram com o Emerson, um local, que veio com eles conduzindo a canoa. Logo, gritamos que tivemos problemas e que eles (também com GPS) deviam fazer o registro da confluência. Com o barco reparado (foi usado uma faca para conter o furo) e o registro feito, transferimos alguns de nós para a outra canoa, que encontrava-se em melhor condições e no comando do Emerson, e voltamos ao entardecer para a outra margem do açude onde deixamos os carros.

Retornamos para cidade e de lá fomos acampar em uma fazenda antiga, estilo colonial, gentilmente oferecida por Sônia Jacome. No dia seguinte, ainda passamos na serra de Tenente Laurentino Cruz, a 750 metros de altitude, onde fomos muito bem recebidos pelo Seu Geraldo (ou Seu Gê), que mora na beira de um mirante com uma vista fabulosa. Na tarde do domingo, retornamos a Natal já com o pensamento na próxima conquista. Contudo, ao checar as fotos, notamos que a foto do GPS foi tirada na tela errada, o que provavelmente, deixará essa conquista como "incompleta". Mesmo assim, submetemos o relato, pois o esforço de todos, a aventura, a diversão e até perigo passados para chegar nessa confluência foram incríveis.

Fotos dessa aventura

English

23-Aug-2008 On December 2007, the adventure group "Aventureiros por Natureza - RN" – ApN – (Nature Adventurers) initiated a project to (re)conquer all confluences of “Rio Grande do Norte” State with the conquer of the 6°S 36°W confluence, in Malhada do Rio. Therefore, 14 members of the ApN group got out from Natal on Saturday morning to Jucurutu, 264 km from Natal, in search of the 6°S 37°W confluence, located in the middle of the biggest dam in Rio Grande do Norte, the Armando Ribeiro dam.

We expected to find some difficulties to get to this confluence, however, we didn’t know it would be so hard. Already in the way, one of the cars had mechanical problems.

We reached Jucurutu near midday and we went to hunt the confluence guided by the GPS and local information. We crossed the bridge to the dam by the side of Triunfo Potiguar city and we follow a road of mud, near the weir. So we arrive at a farm near weir. We left ours cars and we followed on foot searching for some residents who could get a boat for us. We walked for a few minutes until we got the point limit, when we saw a house on an island in the middle of the weir. The island was so mudded and full of plantations. A volunteer (Wiliam) crossed the dam swimming to the island searching for a boatman. Some time later, he returned with a canoe. So, seven of us went up to island. The boatman returned to catch the other ApNs, while the first group was learning to row and to operate another empty boat. The boatman brought the other group, however, he needed help and he couldn’t carry the second group, which had been without a boat and "prisoners" on the island in the middle of the weir. We decided that the group with a boat to follow to the confluence, while the other tried to get another boat. Without any control of the boat, the first group rowed with many difficult. So, we went to the exact point of confluence. When we were taking the camera to record the GPS, one of the ApNs noted that there was a big hole in the boat and it was entering a lot of water in the boat. Soon, we got panic: the boat was sinking! We got off the confluence record and we were trying to save us! While some of us tried to contain the holes in the hull with our hands, others emptied the water with buckets and the boatman increased the rowing pace. We were lucky because the confluence is only 170 meters from the weir's other side and we could get off before the boat sank.

While the boat was repaired, three other ApNs, the second group, came in another boat. They had resolved to explore the island, moving in some moments with mud up to their knees with hope of finding any available boat and, luckily, they succeeded with Emerson, a boatman. He came with them leading to a canoe. So, we shout that we had problems and they (with another GPS) could make the registration of the confluence. With the boat repaired (a knife was used to contain the hole) and the record done, some of us were transferred to another boat, which was in better conditions and in command of Emerson, returning at dusk for the other side of the weir where we left the cars.

Back to town and we went to the camping in an old farm, colonial style, kindly offered by Sonia Jacome. The next day, we still passed in the hills of Lieutenant Laurentino Cruz city, 750 meters of altitude, where we were very well received by Mister Geraldo (or Mister Gê) who lives perched on a balcony with a fabulous view. On the afternoon of Sunday, we returned to Natal with the thought of the next conquest. Nevertheless, when we were checking the photos, we noticed that the photo was taken in a wrong GPS screen, which probably will mark as "incomplete". The effort of all, the adventure, the fun and even danger that we past to get confluence was incredible.

Pictures of that adventure


 All pictures
#1: View of the Confluence
#2: View to East
#3: View to North
#4: View to South
#5: View to West
#6: GPS view
#7: Aventureiros por Natureza
#8: First boat
#9: Second boat
ALL: All pictures on one page (broadband access recommended)