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the Degree Confluence Project
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Brazil : Bahia

26.4 km (16.4 miles) WNW of Cachoeira, Bahia, Brazil
Approx. altitude: 846 m (2775 ft)
([?] maps: Google MapQuest OpenStreeMap ConfluenceNavigator)
Antipode: 13°N 134°E

Accuracy: 5 m (16 ft)
Quality: good

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#2: Visão oeste - west view #3: Visão norte - north view #4: Visão leste - east view #5: Visão sul - south view #6: GPS #7: Corredor a um metro da confluência - corridor one meter to the confluence #8: Confluência 430 metros adiante - confluence 430 meters ahead #9: Confluência do outro lado da rodovia - confluence on the other side of the highway

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  13°S 46°W (visit #2)  

#1: Visão geral - general view

(visited by José Eduardo Guimarães Medeiros)

English

24-Jan-2021 --

Esta narrativa é uma continuação da narrativa da visita 12S 46W.

Após a primeira confluência do dia, peguei o caminho de volta até a cidade de Luís Eduardo Magalhães. Chegando na cidade, peguei a BR-020 em direção a Brasília e segui por esta rodovia por mais 103 quilômetros, até parar o carro à beira da rodovia, próximo à confluência 13S 46W. Nesse trecho da rodovia, há uma gigantesca reta de 64 quilômetros. Essa reta não supera os 82 quilômetros da reta entre Guanambi e Carinhanha, também na Bahia (que eu citei na narrativa da tentativa de visita à confluência 14S 44W, e que eu ainda acredito que seja a maior reta asfaltada em rodovias do Brasil), mas supera a reta de 48 quilômetros entre as cidades de Ourinhos e Marília, em São Paulo (que eu citei na narrativa da confluência 22S 50W).

Desci do carro e caminhei pela margem da rodovia até o ponto em que ela mais se aproxima da confluência. Cheguei a 430 metros do ponto exato. A partir de então, eu teria que enfrentar um milharal com plantas já altas, com mais de 3 metros de altura, prontas para serem colhidas. Não seria uma caminhada fácil, uma vez que a plantação estava muito fechada e não encontrei corredores de acesso. Vale destacar que os visitantes anteriores desta confluência também fizeram a visita no mês de janeiro (há 17 anos) e também encontraram o milharal muito alto, o que pode indicar que a visita pode ser mais fácil se realizada em outra época do ano.

Segui por dentro do milharal, com os braços estendidos para a frente, buscando abrir caminho, mas sem conseguir evitar que as folhas batessem na minha cara. O ritmo de caminhada estava bastante razoável, quase igual ao ritmo de uma caminhada comum, mas de vez em quando eu precisava parar para descansar um pouco os braços. Durante a caminhada, passei por três corredores mais abertos, mas eles seguiam na direção perpendicular à direção que eu estava caminhando e, por isso, não serviram para nada. O último desses corredores foi encontrado a apenas um metro do ponto exato.

Cheguei à confluência, registrei todos os zeros do GPS e fiz todo o caminho de volta, com os braços bastante cansados e arranhados devido à sua função de abrir caminho pelo milharal.

Com as três confluências baianas que visitei nesta viagem, o estado da Bahia se isola em terceiro lugar, no número de confluências que já visitei. O primeiro lugar, de longe, fica com Minas Gerais, com 43 confluências. Em segundo lugar vem São Paulo, com 16 visitas. E a Bahia aparece logo a seguir, com 13. Ceará, Pará e Tocantins vêm depois, empatados, com 10. E Maranhão, que também teve uma visita registrada nessa viagem, empata com Goiás, ambos aparecendo com 9 registros.

De volta ao carro, iniciei o caminho de volta. Ainda na BR-020, parei em uma lanchonete para tomar um lanche, em substituição ao almoço.

Após o lanche, fiz o caminho de volta até Barreiras, onde passamos a última noite de nossa viagem de férias. Nesse dia, viajei por 450 quilômetros.

Finalmente, para concluir nossa viagem, na segunda-feira, 25 de janeiro, percorremos os 670 quilômetros finais de Barreiras até Montes Claros. Foi uma viagem bastante cansativa. Havia trechos em estrada de terra entre as cidades baianas de São Desidério e Correntina, que totalizaram 21 quilômetros, além de alguns desvios, também em estradas de terra, em outras regiões da Bahia. Paramos para almoçar na cidade de Manga, já no estado de Minas Gerais, na mesma cidade em que atravessamos uma balsa sobre o rio São Francisco. O trecho entre as cidades de Manga e Jaíba estava com muitos buracos. Chegamos em casa por volta das 17h30min, totalizando 4.619 quilômetros durante 10 dias de viagem.

English

24-Jan-2021 --

This narrative continues from 12S 46W.

After the first confluence of the day, I caught the way back to Luís Eduardo Magalhães city. When I arrived at the city, I caught BR-020 highway heading to Brasília and I followed this highway more 103 kilometers, up to stop at the shoulder of the highway, near the 13S 46W confluence. In this leg of the highway, there is a huge straight, 64 kilometers long. This straight isn’t longer than the 82 kilometers long straight between Guanambi and Carinhanha cities, also in Bahia state (which I cited in 14S 44W attempt narrative, and which I still believe that it’s the longest asphalted straight in Brazilian highways), but it is longer than the 48 kilometers long straight between Ourinhos and Marília cities, in São Paulo state (which I cited in 22S 50W narrative).

I left the car and walked by the shoulder up to the point where it is closest to the confluence. I went up to 430 meters to the exact point. Then, I must face a corn plantation with very tall plants, 3 meters high, ready to be harvested. It wouldn’t be an easy hike, because the plantation was very dense and I didn’t find any corridor. It's remarkable the fact that the previous visitors of this confluence also visited it in January (17 years ago), and also faced a very tall corn plantation. This can indicate that this visit would be much easier in other period of the year.

I entered in the corn plantation, with the arms extended forward, aiming opening the way, but without managing to avoid the leaves hitting my face. The pace was very reasonable, almost the same of an ordinary hiking, but sometimes I need to stop to rest my arms. During the way, I passed by three opener corridors, but they are following perpendicular in relation to my way and, then, they weren’t useful. The last of these corridors was found only one meter to the exact point.

I arrived at the confluence, got all GPS zeroes and made all the way back, with the arms very tired and scratched due to their function of opening the way by the corn plantation.

With three new confluence visits in Bahia state, in this trip, this state is now alone in the third position in relation to the number of confluences that I had visited. The first position, far, is Minas Gerais state, with 43 confluences. The second position is São Paulo, with 16 visits. And Bahia is the next one, with 13. Ceará, Pará and Tocantins states are the next ones, with 10 visits each one. And Maranhão state, which had a new visit in this trip, is together with Goiás state, with 9 confluences each one.

Back to the car, I started the way back. Yet at BR-020 highway, I stopped in a snack bar to take a snack, replacing the lunch.

After the snack, I made the way back to Barreiras city, where we spent the last night of our vacations trip. In this day, I drove by 450 kilometers.

Finally, to conclude our trip, at Monday, January 25, I drove the remaining 670 kilometers between Barreiras and Montes Claros. It was a very tiring trip. There were legs in dirt road between São Desidério and Correntina cities, in Bahia state, with 21 kilometers long, and some detours, also in dirt road, in other regions of Bahia state. We stopped to have lunch at Manga city, already in Minas Gerais state, in the same city where we crossed by ferry the São Francisco River. The leg between Manga and Jaíba cities has many puddles. We arrived home about 17:30, totalizing 4,619 kilometers during 10 days of trip.


 All pictures
#1: Visão geral - general view
#2: Visão oeste - west view
#3: Visão norte - north view
#4: Visão leste - east view
#5: Visão sul - south view
#6: GPS
#7: Corredor a um metro da confluência - corridor one meter to the confluence
#8: Confluência 430 metros adiante - confluence 430 meters ahead
#9: Confluência do outro lado da rodovia - confluence on the other side of the highway
ALL: All pictures on one page